sexta-feira, 9 de março de 2012

Cuidados diários


O Shih tzu assim como outras raças peludas precisam de alguns cuidados especiais que podem ser mensais à diários, veja os cuidados.

Escovando a Cabeleira

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Se a tosa for a de filhote a frequência pode ser de uma a duas vezes por semana 
(Foto: Reprodução Clube Shih Tzu)















Caracterizado pela pelagem densa e composta por pêlo (camada externa) e subpelo (camada interna), o Shih Tzu, se mantido com a vasta cabeleira comprida, precisará de escovações freqüentes, de preferência diariamente ou, pelo menos, dia sim, dia não. Do contrário, haverá formação excessiva de nós e desembaraçá-los, além de penosa para o cão, pode nem ser possível, o que significa ter de cortar as mechas mais emboladas. As sessões de escovação duram ao redor de 20 minutos, e o melhor é habituar o cão a elas desde filhote. Outra opção, menos trabalhosa, é deixar o Shih Tzu com a pelagem aparada. Se a tosa adotada for a chamada tosa-filhote, na qual o comprimento dos pêlos tem aproximadamente de cinco a dez centímetros, a freqüência das escovações pode ser reduzida a uma ou duas vezes por semana.

Limpando as orelhas

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O mais aconselhado é que seja feita toda semana e há produtos específicos 
para isso (Foto: Reprodução Clube Shih Tzu)














Para diminuir o risco de surgirem as famosas otites (inflamações de ouvido), só há um caminho: limpeza regular. O mais aconselhado é que seja feita toda semana. Há produtos específicos para isso. Lembre-se de que uma limpeza malfeita pode ferir o cão. Portanto, informe-se sobre como executá-la ou deixe-a a cargo de quem domina a técnica. Como o Shih Tzu tem muitos pêlos dentro dos ouvidos, também é indicado retirar parte deles. Do contrário, sujeira e umidade se acumulam mais facilmente no local, favorecendo o aparecimento das inflamações. Em geral, a remoção desses pêlos não precisa ser feita com muita freqüência: a cada dois meses costuma ser eficiente. Antes de arrancá-los, para que o cão não sinta dor, é necessário amolecê-los, o que, em geral, é feito colocando um pequeno punhado de uma substância em pó, disponível no mercado para essa função. Em seguida, segure o chumaço de fios e puxe-o com firmeza. Na dúvida, também deixe essa missão para quem tem experiência no assunto. Afinal, ninguém quer machucar o próprio mascote e, caso ele se traumatize com a primeira experiência, talvez não seja fácil convencê-lo a se submeter às próximas.

Condicionando o físico

A raça não exige grandes doses de atividade física para viver saudável e feliz. Caracterizado pela cana nasal curta, o que não colabora para a boa capacidade respiratória, e pela vasta pelagem, o que raramente o faz sentir calor, o Shih Tzu nem é muito afeito a praticas esportivas. E é capaz de satisfazer sua reduzida necessidade de atividade até mesmo em ambientes pequenos. Andar e brincar pela casa já representam exercício suficiente para ele. De qualquer forma, passear é sempre um passatempo rico em estímulos visuais, auditivos e olfativos. Portanto, se possível, mantenha-o na rotina do cão. Mas não exagere na dose. Caminhar cerca de meia hora por dia, em horários em que o sol não esteja forte, está de bom tamanho para um cãozinho de luxo como esse.

Cortando as unhas

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Cuidado, no entanto, para não atingir os vasos sanguíneos presentes nas 

unhas caninas, especialmente as unhas pretas, onde não é possivel enxergar 
 
os vasos.
 (Foto: Reprodução Clube Shih Tzu)















 Como freqüentemente acontece com os ditos cãezinhos de luxo, em geral mantidos boa parte do tempo em ambiente interno e em pisos não ásperos, as unhas do Shih tzu tendem a não se desgastar naturalmente. Nesse caso, será preciso apará-las, cortando-as ou lixando-as – uma vez por mês costuma ser suficiente. Cuidado, no entanto, para não atingir os vasos sanguíneos presentes nas unhas caninas. Se isso ocorrer, há risco de hemorragia e necessidade de estancá-la. Para donos menos ousados, o conselho é deixar a questão para gente do ramo, como veterinários, criadores ou profissionais de banho e tosa.

Tratando os olhos

Por ter o globo ocular grande, levemente saliente e rodeado por abundante pelagem, os olhos do Shih Tzu são naturalmente mais expostos ao contato com agentes externos, a exemplo dos próprios pêlos que os circundam. Isso não só resulta num lacrimejamento mais intenso que o da maioria das raças como também numa particular tendência a inflamações locais. Para minimizar a possibilidade de ocorrerem, mantenha a região livre de pêlos compridos, prendendo-os ou cortando-os, e limpe periodicamente ao redor dos olhos. O ideal é que essa limpeza seja feita, pelo menos, duas vezes por semana. Use algodão embebido em soro fisiológico ou em água filtrada. A boricada, de acordo com alguns especialistas em oftalmologia, quando usada com freqüência, pode inflamar a vista, porque contém boro, substância irritante.

Tosa Higiênica


As chamadas raças de pêlo, jargão cinófilo para cães de pelagem densa e longa, se mantidas com o traseiro peludo, costumam ter o inconveniente de sujar a região com as próprias fezes. Portanto, se a idéia é ficar livre da freqüente necessidade de lavar a ‘bundinha’ do seu pet, o melhor é aparar bem curta a pelagem da região, especialmente ao redor do ânus. A dica, embora ainda mais útil para exemplares mantidos com a cabeleira longa, vale para praticamente qualquer penteado que você adote para seu Shih tzu, até mesmo para os ‘looks’ curtos, como a tosa-filhote.
Escovando os dentes
Seu pet conta com sua proteção. Com os avanços no tratamento de infecções sérias e outras doenças nos pets, as doenças bucais, causadas por placas e  tártaro, tem se tornado a número um em problema de saúde para os cães. Estima-se que sem a escovação 80% de cães terão sinais de doenças orais a partir dos 3 anos. Sem sua ajuda, seus pets podem ter sérios problema dentários.
Você simplemente precisa seguir  os seguintes itens:
- Dieta balanceada
- Petiscos ou brinquedos recomedados pelo veterinário
- Escovação regular em casa
- Visita anual ao veterinário

Escovando os dentes de seu cão
Os cães precisam ter seus dentes escovados para eliminar a placa dental que pode causar cáries e  formação de tártaro. A escovação deve ser diária começando quando o filhote estiver entre 6 e 8 meses, criando uma rotina para o cão. Mesmo cães mais velhos podem ser treinados para aceitar a escovação. Você deve apenas introduzir essa atividade gradualmente e faze-la positiva para seu cachorro. Durante as escovação faça carinho e brinque com seu cão e no final dê uma recompensa a ele.
Abaixo encontra-se como a escovação deve ser feita:
Fase 1) Inicie abrindo a boca de seu cão e passando com carinho seus dedos na gengiva dele e em alguns dentes. Repita até q seu pet sinta-se confortável com essa atividade.

Fase 2)  Introduza na boca de seu cão o dedo coberto por uma gaze e gentilmente esfregue os dentes e gengivas com movimentos circulares.

Fase 3)  Então, você pode começar a usar a escova de dente macia ou dedeira.

Fase 4) Finalmente, com o seu cão acostumado com a escovação, coloque a pasta de dente para animais na escova ou dedeira. NÃO USE PASTA DE DENTE HUMANA, pois esta poderá dar problemas estomacais no animal.

Para os cães que não deixam escovar os dentes, dê aqueles petiscos que ajudam a limpar os dentes e melhoram o hálito.

Fontes: Revista Cães & Cia
              Limpinho

sábado, 3 de março de 2012

Os Shih Tzus dos famosos!



Beyonce


Nívia Stelmann e Penélope


Mirella Santos


Ivete com Bombom e Isaura

Dig Dutra e Gaya

Francine e Francis

Geovana Tominaga e Amora


Katherine Heigl e Maggie

Lily Allen e Dylan

Andressa Soares (Mulher Melancia) e Chimylika

Nicole Richie

O ex-casal Alexandre Pato e Sthefany Brito

Renata Ceribelli com a Lolita

Isabella Fiorentino e Ziggy

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Otite canina- o que é?

Recebe o nome de otite a inflamação no conduto auditivo. A gravidade da afecção vai depender da câmara auditiva afetada, sendo mais grave quando afetar o ouvido interno.

Anatomicamente, o ouvido pode ser dividido em três partes:
  • Ouvido externo: abrange o pavilhão auricular, meato acústico externo (canal auditivo externo) e o tímpano;
  • Ouvido médio: nesta região do ouvido, são encontrados três ossículos, martelo, estribo e bigorna. Estes são interligados entre si e funcionam como meio de ligação com o ouvido interno. Nesta região também é encontrada a Trompa de Eustáquio (liga o ouvido médio a faringe);
  • Ouvido interno: é a parte mais sensível e mais especializada. Nesta região são encontrados os canais semicirculares, a cóclea  e o nervo acústico, todos, juntamente, ligados ao sistema nervoso central.
Sendo assim, a otite recebe nomes diferentes: otite externa (quando afeta o ouvido externo), otite média (quando afeta o ouvido médio) eotite interna (quando afeta o ouvido interno).
Esta enfermidade pode ser causada por diversos fatores, como:
  • Infecciosas: quando causada por bactérias, vem acompanhada de pus. Pode haver a necessidade da colheita de material para analisar e determinar qual o microrganismo para a prescrição doantibiótico correto.
  • Parasitária: causada por ácaros, como sarnas e carrapatos.
  • Fungos: semelhante à otite bacteriana, mas o agente causador é um fungo.
  • Excesso de produção de cera (seborreica): alguns cãesproduzem cera em excesso, e esta, não é eliminada, gerando uma fermentação, que produzirá um odor fétido e uma posterior inflamação.
  • Predisposição racial: cães que possuem orelhas grandes e/ ou peludas, como por exemplo, os cães da raça Cocker, Teckel e Bassete Hound, têm maior probabilidade de desenvolverem otite, pois há um abafamento na região do ouvido devido à falta de circulação de ar que favorece a multiplicação de bactérias.
Os sinais clínicos que são mais evidentes são: coçar ou esfregar o ouvido afetado no chão, balançar a cabeça e pendê-la para o lado afetado, pode haver a presença de uma secreção purulenta, indicando que a otite já está instalada e latente.
O tratamento inicia-se pela limpeza do ouvido, ato que muitas vezes, em casos de otite externa, pode resolver o problema. No entanto, quando a infecção já atingiu ouvido médio e interno, o tratamento é mais intenso, sendo necessário o uso de antibióticos, por via oral ou parenteral. Pode ser feito também o uso de produtos tópicos (pingando o produto no conduto auditivo). Nos casos crônicos, onde há uma estenose do conduto auditivo, a única alternativa é a ablação do conduto auditivo.



Fontes:
http://dogdicas.com.br/o-que-o-dono-nao-ve/otite-canina-causas-diagnostico-e-tratamento
http://tudoparaseupet.blogspot.com/2008/02/otite-em-ces.html
http://www.hospvetprincipal.pt/otites.htm
http://www.saudeanimal.com.br/artig117.htm
http://www.infoescola.com/doencas/otite-canina/


domingo, 19 de fevereiro de 2012

Faça você mesma, caminhas de PVC: baratas e resistentes

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(Leash)ure Bed – Images: The Barkitect
Estas caminhas feitas com canos de PVC, são práticas, higiênicas e fáceis de fazer.
São muito utilizadas em canis e abrigos americanos.
2PoochesBlueGreenBeds.jpg
Elas são usadas em larga escala em abrigos dos EUA e da UE
por apresentarem inúmeras VANTAGENS:
-São de uso ortopédico, excelente para animais com problemas de articulação, quadris, animais idosos e pesados.
-Por ser elevada facilita para estes animais o ato de deitar, levantar e sair da cama, diferente das almofadas
-Evita a formação de calos
- É uma excelente opção para animais com incontinência urinaria (veja na imagem) :

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Veja como ela funciona com cães com incontinência. Coloque um bandejão sob a caminha para aparar a urina.
É prático e fácil de manter tudo limpinho.

- Podem ser facilmente higienizadas, colocadas diretamente debaixo da torneira com água , esponja e sabão, evitando assim mau cheiro, germes.
- Secam rapidamente
- São ventiladas permitindo a circulação do ar no calor
- No inverno é só colocar um colchonete quentinho
On+a+Fleece+with+Toys.jpg
- Por ser elevada ,evita a umidade e friagem do contato direto com o piso ,evitando a presença do fungo
- São leves e fáceis de erguer permitindo limpeza total do ambiente
- Resistente e duráveis.
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Veja aqui o MATERIAL NECESSÁRIO para fazer uma caminha, que pode ser para seu cão ou doar a um abrigo.
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Canos juntas e terminais de PVC
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Lona ou tela,que permita ventilação e de fácil limpeza
Para fixar o tecido será necessário: furadeira e parafusos ou máquina de fixar parafusos ou máquina de costura.
Montagem do PVC :
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Com os canos cortados (o que você pode pedir para ser feito na loja onde comprar)
Una as juntas
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Faça um retângulo ou quadrado conforme preferir

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Verificando o tamanho rsss

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Montado os pés agora é hora de encaixar-los na moldura
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Desta forma
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O Tecido pode ser preso com parafusos
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Ou costurado
Assista ao vídeo explicativo (passo a passo) de como montar uma cama de PVC (está em inglês, mas as imagens dizem tudo.
Uma Observação IMPORTANTE:
Na hora de fixar o tecido no modelo com parafusos no canto observe :
certo.jpg
Forma CORRETA
Parafusos na beira evitando que o cão roa o tecido
errado+mastiga.jpg
Forma ERRADA
O tecido que sobra o cão acaba roendo e estragando rápido a cama
Depois que pegar o jeito, é só soltar a imaginação e criar lindos modelos!!!
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DoubleDeckerDogBed.jpg
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ElevatedBedCondoUnderside.jpg
beds.h5.jpg
Caso se torne um craque, que tal fazer um mutirão com amigos e doar para abrigos? PENSE NISSO! :)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Os principais problemas de saúde do Shih Tzu

Atenção à saúde do seu Shih Tzu. Conheça os males considerados típicos do Shih Tzu e saiba também como diagnosticá-los e, quando possível, como preveni-los e tratá-los.
Veja com estes problemas a importância na hora de escolher o filhote, avaliar os pais, as consequências de acasalamentos mal planejados e porque o padrão da raça é importante.

shihtzu_males_full


Atrofia Progressiva da Retina

Descrição: Doença hereditária que leva o cão à cegueira. Em geral, se manifesta quando ele tem a partir de 4 anos de idade.
Sintomas: Primeiro, o cão começa a dar sinais de não enxergar bem à noite, por exemplo colidindo em objetos ou relutando em sair para passear. Depois, passa a não enxergar direito até durante o dia.
Conseqüências: Perda gradual e total da visão.
Prevenção: Submeter o cão a exame clínico que detecta o mal antes que manifeste sintomas. Isso possibilita afastar os portadores da procriação, evitando a disseminação da doença.
Tratamento: não há.

Conjuntivite

Descrição: Inflamação da conjuntiva (membrana rosada da parte interna dos olhos) por trauma físico, químico ou por infestação de vírus, bactérias ou fungos. Cães que, como o Shih Tzu, têm olhos grandes e expostos costumam ser mais propensos ao problema.
Sintomas: Os olhos ficam úmidos, doloridos e com a conjuntiva vermelha. O cão pisca mais que o normal e demonstra sensibilidade à luz.
Conseqüências: Evolução para problemas oculares mais sérios, como úlcera de córnea.
Prevenção: Limpar periodicamente a região, prender os pêlos do topo da cabeça, para que não entrem nos olhos, e evitar que o cão fique exposto a outros agentes traumáticos, como produtos químicos ou objetos pontiagudos.
Tratamento: Dependendo da causa, com colírios e medicamentos sistêmicos antiinflamatórios e/ou antibióticos.

Dermatite

Descrição: Inflamação da pele gerada por diversos fatores, entre eles os parasitários, alimentares, hormonais ou ambientais.
Sintomas: Queda de pêlos, coceiras, vermelhidão na pele, descamação local e mau cheiro.
Conseqüências: infecção secundária da pele.
Prevenção: Manter o cão limpo e seco, oferecer ração de boa qualidade e evitar que ele fique exposto a produtos de limpeza, sobretudo aos de cheiro forte.
Tratamento: Com antialérgicos, antiinflamatórios ou antibióticos. Mas, para que o tratamento tenha maiores chances de sucesso, a causa deve ser detectada (há exames específicos) e eliminada.

Distiquíase e triquíase

Descrição: Problemas hereditários que se caracterizam, no caso da distiquíase, pelo nascimento de cílios em locais indevidos, como dentro dos olhos, e no caso da triquíase, pelo nascimento de cílios mal direcionados. Isso é, embora enraizados no lugar certo, viram-se para dentro dos olhos e os machucam.
Sintomas: Irritação na vista e lacrimejamento excessivo.
Conseqüências: Conjuntivite e úlcera de córnea.
Prevenção: O ideal é que os portadores não sejam acasalados.
Tratamento: Remoção dos cílios, o que requer técnica e uso de anestésico. Por isso, o recomendável é que a tarefa seja executada por veterinários.

Displasia renal juvenil

Descrição: O cão já nasce com a doença, que se caracterizada pelo não desenvolvimento adequado dos rins e conseqüente perda de capacidade de filtrar adequadamente a urina. O mal é hereditário.
Sintomas: O cão bebe muita água, a urina é bastante diluída na cor e ocorre em grande volume.
Conseqüências: Subdesenvolvimento e morte.
Prevenção: Afastar os portadores da procriação.
Tratamento: Com suplementos vitamínicos e em certos casos, com hemodiálise.

Insuficiência Hepática

Descrição: Alteração do funcionamento do fígado, causando a dificuldade de digestão e absorção dos alimentos. Suspeita-se que seja um problema hereditário.
Sintomas: Inapetência, emagrecimento brusco, letargia e urina escura.
Conseqüências: Em certos casos, morte.
Prevenção: Alimentação balanceada, porque, de forma geral, ajuda na saúde do fígado.
Tratamento: Com medicamentos que protegem o fígado (terapia hepatoprotetora), antibióticos e com rações medicamentosas próprias para esse mal.

Otite externa

Descrição: Infecção do conduto auditivo externo (entre o tímpano e as regiões menos profundas) gerada pelo acúmulo de cera, umidade, ácaros, fungos ou bactérias.
Sintomas: Mau cheiro, febre, apatia e coceira local. O cão também pode chacoalhar a cabeça ou mantê-la mal posicionada.
Conseqüências: Dor, irritabilidade e progressão para otite interna (do tímpano para regiões mais profundas) e labirintite.
Prevenção: Limpar os ouvidos periodicamente, protegê-las durante o banho e, após, secá-las bem.
Tratamento: Conforme o caso, com antibióticos, antifúngicos ou acaricidas, tópicos ou sistêmicos.

Sensibilidade alimentar

Descrição: Mal-estar devido à mudança brusca de alimentação.
Sintomas: Inapetência, diarréia em graus variados, queda de pêlo e seboréia.
Conseqüências: O cão emagrece, fica abatido e com a pelagem opaca.
Prevenção: Não mudar a alimentação do cão ou mudá-la de forma gradual.
Tratamento: Com medicamentos que combatam os sintomas e retomando à alimentação anterior.
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Consultoria: Alcione Alcides da Silva (veterinária há mais de 17 anos, mais de 300 Shih Tzus atendidos, e proprietário de exemplares da raça) e Carlene Snyder (diretora do comitê de saúde da raça do American Shih Tzu Club e criadora de Shih Tzu há mais de 30 anos).
Agradecemos aos entrevistados e também a Bernardo Perrone (veterinário). Reportagem: Rachel Rathier (Coordenação: Flávia Soares). Texto e Roteiro: Flávia Soares. Revisão técnica (intermediada por Fabio Bense): Completa – Eduardo Teixeira, Hilda Drumond, Maria Amélia dos Santos Snell e Regina Lucia Perrone. Parcial – Alcione Alcides da Silva e Carlene Snyder.
Fonte: Revista Cães & Cia
Clube ShihTzu

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